18 out

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COM O SCANNER RTC360

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COM O SCANNER RTC360

Produtividade e excelência nos resultados para seus clientes

A ERG ENGENHARIA comprometida com a permanente atualização tecnológica, visando aumento de produtividade e excelência nos resultados para seus clientes, investiu na aquisição do SCANNER RTC360, equipamento de ponta para captura de realidade através de Laser 3D, da tradicional fabricante suíça Leica Geosystems.

Tendo como foco o atendimento ao mercado de escaneamento e modelagem industrial 3D, entre outras inúmeras aplicações desta tecnologia, a ERG passa a contar com este recurso tecnológico, potencializando sua capacidade de atuação e resultados para seus clientes,  atendendo os mais complexos trabalhos com informações precisas e confiáveis, com incrível produtividade em campo/escritório, otimizando custos, fornecendo segurança, confiabilidade e rapidez aos nossos clientes em suas tomadas de decisões.

O equipamento é excepcionalmente ágil, realizando uma cena (scan) na sua resolução máxima em menos de dois minutos, obtendo 2.000.000 pontos/segundo, enriquecida por imagens HDR obtidas por um Sistema de 3 câmeras de 36 megapixel, e imagem esférica calibrada com captura de 432 megapixels em domo completo.

Devido ao seu sistema de proteção IP54 oferece resistência ao ingresso de partículas sólidas e líquidas em seu interior, trabalhando em ambientes internos e externos. Pesando apenas 5,3kg é extremamente portátil, e aliado as suas baterias garantem 08 horas de trabalho contínuo.

A tecnologia permite que nossos clientes gerenciem todos os ciclos dos mais variados projetos, construções e manutenções, de maneira moderna, simples e interativa. As aplicações são diversas e estamos preparados para atendimento aos mais variados setores com soluções customizadas para Mineração, Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC), escaneamento para Plantas Industriais, Topografia de Infraestrutura

21 fev

Entrevista – Revista Grandes Construções

Entrevista – Revista Grandes Construções

Topografia / Mapeamento top

Em janeiro, a  ERG Engenharia foi convidada pela Revista Grandes Construções para entrevista  sobre uso de novas tecnologias no mapeamento topográfico.

Mapeamento top | Drones agilizam etapas e reduzem o custo das operações de mapeamento, mas trabalho requer cuidados preventivos e ainda carece de alguma complementação em campo

Atualmente, muito se fala do uso das novas tecnologias na construção. Mas a verdade é que esse movimento começou há tempos e, neste exato momento, já está em processo acelerado nos canteiros de obras, sem que se dê conta disso. E uma das atividades em que a aplicação de novas tecnologias está mais avançada é o mapeamento topográfico. Nesse segmento, tanto as empresas fabricantes de produtos como as prestadoras de serviço de engenharia vêm absorvendo rapidamente a expertise no uso de drones, RPAs (Remotely Piloted Aircraft) e VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados).

E esta evolução está ligada diretamente aos equipamentos instalados no drone, como sensores e câmeras. “O que garante a qualidade ao trabalho é o sensor e o fluxo de trabalho dos softwares utilizados, aliados à capacidade de voo do drone.

A escala e a extensão do trabalho dependem diretamente do tipo da solução (Drone/VANT/RPA) escolhido, enquanto o tempo de levantamento e o tamanho da área de cobertura estão vinculados ao tipo de equipamento empregado. As soluções podem ser utilizados em áreas menores, com maior precisão – até pela proximidade do objeto a ser medido, como pás de torres eólicas – ou em levantamentos de áreas maiores, como reflorestadoras, por exemplo, aumentando a segurança para coletar informações em locais que oferecem risco ao operador de uma estação total ou sistema GNSS, por exemplo.
Como destaca o especialista, o principal fator que influencia na escolha do drone é o custo, pois a oferta é ampla. “É possível usar desde drones multirrotores pequenos, de precisão não muito elevada, até sistemas de asas fixas, câmeras térmicas, multiespectrais e RGBs, sensores Lidar e outros”, enumera Souza. “Ou seja, existe uma ampla gama de produtos e soluções de alta precisão, mas eles também podem aumentar os custos de investimento.”

Veículos Aéreos Não Tripulados já são realidade nos serviços de engenharia realizados no Brasil

PRECISÃO

Atuando neste setor há quatro anos, a empresa ERG Engenharia já realizou inúmeras atividades com RPAs, gerando vários tipos de produtos, adequados a cada realidade do cliente. Atualmente, a empresa realiza acompanhamento contínuo de obras de terraplanagem, com voos e geração de produtos diários, “com precisão centimétrica”.

A despeito da diversidade de soluções, segundo Claysson Nicácio e Délio Morais, respectivamente gerente de engenharia e presidente da empresa, a vanguarda da topografia atual são mesmo os RPAs e os VANT. “Os RPAs voam e tiram várias fotos que são processadas e convertidas em ortofotos (georreferenciadas) para, a partir desses dados, gerar os produtos que serão aplicados na execução dos projetos, como plantas, curvas de nível, MDT etc.”, destaca Morais. Já Nicácio lembra que o principal atrativo é a maior segurança na execução, aliada à produtividade. “Os custos variam muito em função do tipo de equipamento mais adequado a cada necessidade de informação”, pondera o executivo.

Para Morais, da ERG, a busca constante por informações mais precisas e o acompanhamento da evolução e inspeção da obra requerem maior rapidez na coleta de dados em campo, sendo que os drones tornam isso cada vez mais viável e possível. “Hoje, estamos caminhando para a Engenharia 4.0, um novo paradigma que envolve capacidade de as empresas/construtoras responderem rapidamente às exigências e condições de um mercado cada vez mais dinâmico”, avalia o presidente da empresa, lembrando que qualquer voo profissional deve ser realizado por equipamento homologado e autorizado por órgãos competentes. “O fato é que as empresas que adotarem rapidamente ferramentas de engenharia mais modernas terão vantagem sobre os concorrentes no que diz respeito aos processos de desenvolvimento de produto.”

Tecnologias como os RPAs constituem o estado da arte na topografia atual

A ERG já emprega equipamentos Laser Scanner de longo alcance há oito anos. Nesse período, evidentemente, também houve evolução. Segundo Nicácio, o avanço dos equipamentos desde então dispensou o apoio de pontos de controle no solo, voando de forma autônoma e georreferenciada, como ocorre com o sistema embarcado RTK L1/L2. “A título de comparação, é possível levantar com precisão centimétrica uma área de 800 hectares em um único dia, sendo que, nesse mesmo prazo, uma equipe de topografia realizaria um levantamento planialtimétrico cadastral de uma área de, no máximo, apenas 8 hectares”, destaca. “Mas ainda não se trata uma tecnologia perfeita, pois carece de complementação em campo, dependendo da necessidade de detalhamento.”

Para o especialista, todavia, o céu já não é mais o limite para essas tecnologias. “Já utilizamos equipamentos sem pilotos em batimetrias”, conta. “A tendência é melhorar as precisões, autonomia de tempo de voo, capacidade de cargas para entregas e pulverizações, entre outros”, finaliza.

Fonte: REVISTA GRANDES CONSTRUÇÕES